domingo, 26 de junho de 2016

O auxílio que leva ao progresso

Muito se diz e vê pela mídia tradicional sobre a importância de ações de auxílio e caridade e devemos cada vez mais nos empenhar em novos projetos e ações comunitárias de ajuda aos mais necessitados e que nada tem.
Entretanto vale notar que cabe tanto ao agente auxiliador como também ao que foi amparado, perceberem que a ajuda recebida deve ser o princípio motivador para que venha ele (o amparado) a buscar oportunidades e empenhar-se em estudar, trabalhar, evoluir e até mesmo chegar ao ponto de, quem sabe, o auxiliado de hoje vir a ser o auxiliador de amanhã.
Que possamos, ao desenvolver tais projetos comunitários, levar em conta a importância disso, de modo a estimular o próximo para verdadeiramente crescer, de forma a assim fechar-se com total sucesso o ciclo da verdadeira caridade.
Muita luz e paz a todos.

Psicografado pelo Espírito Vinícius, em 23/06/2016, às 21:51

domingo, 22 de maio de 2016

Amor não é moeda de troca

Amor não é moeda de troca

Muito comum é vermos pessoas magoadas, melindradas, decepcionadas ou simplesmente tristes com os outros, independentemente do grau de parentesco, amizade ou afinidade com tais pessoas.
Entretanto cabe-se observar em especial o desapontamento com as pessoas que gostamos ou amamos e que, seja por qual motivo for, acabam nos decepcionando.
Em geral nos sentimos vítimas por amarmos tais pessoas e acabarmos recebendo delas um gosto amargo e, não raro, as acusarmos de ingratidão e transformarmos o amor em ódio.
Tal ódio nada mais é do que o amor adoecido, tal qual ocorre, por exemplo, numa xícara de café com açúcar que ao ter a sua dosagem equivocada em excesso, acaba por estragar o café.
Mas a culpa seria de fato daquele que nos magoou?
Ou seria nossa, por "investirmos" o nosso amor tal qual fosse uma moeda de troca, gerando em nós mesmos expectativas que não foram correspondidas conforme esperávamos?
Neste caso, vale lembrar então que o amor não adoeceu quando transformou-se em ódio, mas já estava adoecido desde o início deste processo ao funcionar como "moeda de troca" ou um "investimento".

Se o amor fosse "investimento", por que motivo Jesus iria nos recomendar a amar os nossos inimigos?
Simplesmente porque o amor deve vir de nossos corações com a maior pureza possível, sem que criemos expectativas.
É como a semente na qual podemos diariamente plantar por todo lugar, sem esperar necessariamente que nos dê frutos de volta. Se a semente for boa, a própria natureza se encarregará de, nos locais próprios, gerar bons frutos, os melhores frutos!
E quanto ao semeador, que ele simplesmente venha aprender a semear pelo fato das sementes serem boas e não pela expectativa de que dê frutos.

Entender que se tal semente ainda não dá os frutos, possivelmente é porque o terreno ainda não está propício para tal e quem sabe algum dia, aí sim poderá estar?

Quando amamos sem criar expectativas , mas o fazemos apenas porque a semente do amor é boa, jamais teremos decepções, pois esta decepção nada mais é do que um fruto da nossa expectativa que foi frustrada.

Que cada um possa aprender a se policiar e vigiar mais e mais para amar verdadeiramente, pois desta forma tal sentimento jamais adoecerá e, sem tais expectativas e decepções, todo e qualquer jardim que vier a dar frutos será então motivo de verdadeira felicidade para cada um.

Muita luz e paz


Psicografado pelo espírito Heráclito em 16/05/2016, às 21:49.


Nota do médium:

É preciso que venhamos e compreender que existe uma grande diferença entre amor e afinidade, separando corretamente uma coisa da outra.

Se por um lado os fatos, atitudes e circunstâncias da vida podem fazer com que a nossa afinidade com as pessoas aumente ou diminua, é preciso manter ou aumentar sempre o amor, independentemente do grau de afinidade que possamos ter por elas. Daí o esclarecimento sobre o lição de Jesus sobre amarmos até mesmo os nossos inimigos.
Sempre ficou muito claro que o Mestre não tinha nenhuma afinidade com aqueles que o odiaram e o levaram à cruz, porém Jesus nunca deixou de mesmo assim amá-los.

Muita luz e paz!

domingo, 15 de maio de 2016

Maturidade das pessoas x Maturidade espiritual

Maturidade das pessoas x Maturidade espiritual

Muito comum é questionarmos o porquê de vermos algumas pessoas tão empenhadas no trabalho, na caridade, nos estudos, etc, enquanto que outras só pensam em si, em lazer, em farras, brincadeiras ou futilidades da televisão ou internet.
Tal pergunta é fácil de se entender quando questionamos o motivo dos adultos trabalharem enquanto que crianças de 5 ou 6 anos nada fazem além de brincar na escola ou em casa. É claro para nós que a criança ainda está em fase de desenvolvimento e amadurecimento enquanto que o adulto tem mais idade, maturidade e experiência de vida, percebendo a importância e a necessidade do trabalho sem revoltar-se contra a criança que apenas brinca.
Bem, queridos irmãos, no que diz respeito ao trabalho de auxílio ao próximo e da caridade que muitas vezes nos exige a ocupação de parte de nosso tempo livre para prestarmos o auxílio, enquanto que outros ignoram tal missão, isto também se dá pela maturidade espiritual de cada um, de forma muito semelhante a do adulto e da criança de 5 anos.
A idade do encarnado é analisada observando-se o dígito da dezena, ou seja, consideramos uma pessoa de 50 anos mais idosa e madura do que uma de 30 anos. Entretanto, na maturidade espiritual não se observa o dígito da dezena e nem o da centena, mas sim o do milhar. 
Se aquela pessoa de 30 anos tem dentro de si o sentimento da prática da caridade e de servir ao próximo enquanto que a de 50 anos prefere a farra é porque possivelmente o espírito da pessoa de 30 anos é muito mais amadurecido do que o da de 50 anos.
A grosso modo, se uma pessoa encarnada, com 30 anos de idade for um espírito com 90 mil anos, esta terá a idade de 90030 anos enquanto que se a que está encarnada há 50 anos for um espírito de apenas mil anos, esta terá na verdade a "infantil" idade de 1050 anos contra os 90030 da outra, já muito mais amadurecida e evoluída.
Sendo assim,  ao invés de nos revoltarmos pela ociosidade dos outros, oremos e peçamos a Deus para que estes possam amadurecer, aprender e engajar-se no seu progresso moral e consequente evolução espiritual. E que sigamos firmes em nosso propósito de ajuda, amor e auxílio.
Muita luz e paz a todos.
Psicografado pelo espírito Heráclito em 09/05/2016, às 21:47

sábado, 7 de maio de 2016

O remédio para nossos problemas

O remédio para nossos problemas

Muito comum é reclamarmos pelos mais diversos motivos em nosso dia a dia:
- É a dor física e o cansaço.
- É o estresse.
- É a depressão.
- É a saúde debilitada.
- É o relacionamento difícil com a família ou colegas de trabalho.
- É a insônia.
- É a dificuldade financeira.
E a lista não pára...

E diante disso, sentimo-nos impotentes, vítimas de nosso próprio sofrimento em busca das mais variadas receitas para curar nossos sofrimentos e problemas.
Entretanto basta pararmos de olhar para nossos umbigos por um instante e começarmos a ver a situação daqueles que se encontram mais necessitados do que nós para que, num choque de realidade, notemos o quanto somos felizes sem nos darmos conta disso.
E como reagiria...
- Aquele que sente dores nas pernas ao deparar-se com quem não tem pernas?
- Aquele que irrita-se por perder horas na condução para o trabalho, ao ver quem perde o dia inteiro procurando um emprego?
- Aquele que, sem dinheiro para pagar o aluguel, vê quem não tem sequer onde morar ou comer?
- E finalmente, aquele que reclama de sua família e se depara com quem hoje só tem saudade dos que já se foram...
Irmãos, que nos foquemos então na caridade, pois é por intermédio dela que nos defrontamos com situações que sequer poderíamos imaginar e assim, automaticamente, começamos a fazer uma releitura de nossas vidas, percebendo finalmente o quanto somos realmente felizes e abençoados pelo Pai.
Muita luz e paz, perseverando sempre no caminho do amor e caridade.
Graças a Deus

Psicografado pelo Espírito Heráclito em 25/04/2016, às 21:30

sábado, 30 de abril de 2016

Você sabe realmente pedir a Deus?

Muito comum vermos pelos quatro cantos do mundo, independentemente de crenças religiosas, pessoas fazendo algum tipo de pedido a Deus.
E não raro acham que se não foram atendidos, reclamam da "falta de eficiência" de Deus e até mesmo voltam-se contra Deus.
Devemos entender que Deus não é como um "gênio da lâmpada" que atende nossos desejos de acordo com nossas vontades e conveniências. Se o "gênio da lâmpada" por vezes o faz, não é sinal de que este "gênio" seja melhor que Deus, aliás é um sinal de quão ignorante este ainda é, pois ao atender mimos e caprichos, além de não ajudarem em nada, em verdade acabam é criando obstáculos e armadilhas no caminho de cada um de seus "amos".
Nem sempre Deus nos dá aquilo que pedimos, mas Sua sabedoria e bondade nos dá exatamente aquilo que precisamos, mesmo que inicialmente, por pura ignorância de nossa parte, sejamos mal agradecidos e ainda reclamemos do que recebemos.
Devemos aprender que pedir algo a Deus é, primeiramente, entender que tudo vem de leis morais e naturais, portanto se queremos ser realmente atendidos, que peçamos algo sempre compatível com tais leis. e que leis são estas?
São exatamente as leis e valores que nosso Mestre Jesus nos ensinou, mostrando-nos e dando-nos o exemplo do amor, perdão, fé, caridade, tolerância, paz, etc.
Diante disso, que aprendamos a pedir tais valores e, se por acaso, pedires por exemplo, tolerância e receberes o oposto, associe isso como um sinal do Alto para que você seja o primeiro a ser instrumento Dele, colaborando, agindo e construindo para que então se consiga obter ambiente de tolerância.  E o mesmo vale para todas as outras situações, queridos irmãos.
Muita luz e muita paz
Psicografado pelo Espírito Heráclito em 18/04/2016, às 21:47

sábado, 16 de abril de 2016

As igualdades religiosas

As igualdades religiosas

Muito comum vermos pessoas espíritas recusando convites para ir a uma missa acompanhando o convite de um irmão, pelo simples fato de ser um evento católico.
Também vemos evangélicos recusando convites de espíritas para fazer o estudo do Evangelho no lar e igualmente vemos católicos fechando a mente para as lições espíritas simplesmente por estas mostrarem provas sobre a reencarnação, na qual não acreditam por serem católicos, sem sequer observarem que na própria Biblia se encontram citações a respeito disso e mais ainda em suas versões ocorridas antes do Concílio de Constantinopla, quando se achou ser possível anular as leis naturais de causa e efeito por decreto.
E diante disso, vemos vários religiosos em conflito uns com os outros, cada um querendo discutir suas diferenças e provar ao outro que tem a razão e a perdem justamente por colocá-la em primeiro plano, deixando de lado os valores cristãos de amor e caridade.
Esquecem que em todas as religiões, cristãs ou não, há também muitas igualdades: Os valores do amor, do perdão, do auxílio, da caridade, da tolerância, da paz...
Sendo assim, que tal entendermos que se se aceitarmos um convite para ir a uma missa ou ao se convidar alguém para fazer o evangelho no lar, em nenhum momento se irá discutir ou abordar sobre as diferenças religiosas, mas sobre as suas igualdades, os pontos em que cada uma delas tem em comum e, juntos, entendermos o nosso papel de instrumento do bem e de nossa missão de auxílio ao próximo?
Que possamos cada um valorizar o próximo e trabalhar os valores mostrados pelo Cristo que tão bem nos deu os melhores exemplos e as melhores sementes para o plantio do bem.
Muita luz e paz!

Psicografado pelo Espírito Heráclito em 11/04/2016, às 21:28

sexta-feira, 1 de abril de 2016

O poder da gratidão

O poder da gratidão

Num mundo tão corrido onde todos tem pressa, quantos de nós nos lembramos de agradecer pelo dia que tivemos ou simplesmente dizermos um simples obrigado por uma mera gentileza recebida durante o nosso dia?
Entretanto, quando o ônibus demora, quando o almoço atrasa, quando o sinal de trânsito (semáforo) fecha ou qualquer coisa simples acontece, indo contra nossas expectativas, somos então experts em abrir a boca, colocá-la em bom tom e reclamar para todas as direções.
Nossa ignorância não percebe que tudo o que nos acontece está em plena sintonia com nossos sentimentos, emoções e pensamentos. E quanto mais reclamamos, mais somos contrariados e mais ficamos irritados, pelas simples leis de atração, causa e efeito ou afinidade.
Já dizia Shakespeare: "Reclamamos muito pelo pouco que nos falta e pouco agradecemos pelo muito que recebemos."
Se queremos o melhor, se buscamos a felicidade, que comecemos a praticar cada vez mais a gratidão, desde a hora em que acordamos assim como no decorrer do dia até finalmente a hora de irmos dormir, após mais uma jornada vencida.
Para o bom observador, aspirante a felicidade, basta olhar no seu redor para encontrar inúmeras razões para considerar-se feliz e grato a Deus por tudo aquilo que lhe é proporcionado.
Que possamos espalhar esta semente e caminhar cada vez mais, seguindo felizes e gratos, os passos do Mestre Jesus.
Muita luz e paz.

Psicografado pelo Espírito Heráclito em 28/03/2016, às 21:38